Home Data de criação : 07/05/01 Última atualização : 10/01/30 21:26 / 260 Artigos publicados
 

PRIORIDADE ABSOLUTA À EDUCAÇÃO!  escrito em sábado 30 janeiro 2010 21:26

 

Bonito casal de estudantes da Coréia do Sul. Como o nosso Brasil, potência emergente, a Coréia do Sul já é moderníssima por ter dado prioridade absoluta à educação.

 

 

 Alguém poderá dizer que, como professor, esta é minha “fixação”! Porem!

Daqui a poucos anos, seremos no Brasil 200 milhões de pessoas. Um imenso país! Muitas mulheres e homens preparados. Mais do que preparados: inteligentíssimos! Fenômeno devido em grande parte à  miscigenação. Muitas e muitos nascidos no Brasil  tem pos-graduações em Faculdades nacionais ou PHD no Exterior. Muitas e muitos mais, embora sem tanta cultura específica, sabem pensar. Mas muitos milhões não pensam e nem sabem o que possa ser “o pensar. E por que não pensam? Porque sabem pouco em pleno “era do conhecimento e das tecnologias”. Porque quase sempre sua escolaridade foi nula ou insuficiente.

 

O que fazer? Não há alternativa. PRIORIDADE ABSOLUTA À EDUCAÇÃO! . Desde os tempos do Padre Anchieta, sabe-se que a educação é o saber e que o saber é o pensar. Mas, desde o Padre Anchieta, nenhum governante se preocupou realmente com a educação das massas, porque sabiam que era mais fácil governar gente que não sabe pensar, ou porque cultivavam o pretexto de que educar é tarefa complicadíssima. Até hoje, a grande desculpa (evidentemente nunca explicitada) é que os organismos do setor e os especialistas não conseguem entender-se. E nunca se entenderão. Digladiam-se e perdem seu  tempo e o das jovens gerações, discutindo o que pensam ser (cada um do seu lado) a mais moderna, a mais rápida, a mais barata, a mais técnica, a mais inteligente de todas as grandes e mais modernas teorias ou modos de fazer.

 

Que me desculpem os grandes especialistas. A única maneira é que nas escolas, às crianças, se lhes ensine a ler, a escrever e a contar. Depois: universidades, faculdades, PHDs etc são outros departamentos! 

 

A única solução para responder às necessidades do ensino médio é considerar a importância fundamental dos professores, que, por vocação quase sempre são gente de bem, oferecer-lhes ótimos pagamentos e incentivos para que se interessem, se aperfeiçoem, se empolguem e se apaixonem, cuidando de ensinar e de amar a leitura, cuidando de valorizar a escritura bonita e de leitura fácil e agradável,  cuidando de respeitar cifras, proporções e cálculos e  passar para os seus alunos valores de que nunca se esquecerão. Não há uma mulher ou um homem de valor que não se lembre com emoção dos professores que lhes ensinaram os valores básicos que são o bom, o belo e a verdade. Desde a mais longínqua antiguedade!

 

Juro que em uma geração seremos milhões que pensam e, se tivermos a felicidade de continuarmos num país democrático, saberemos cada vez melhor escolher quem legisle, julgue e execute.

 

Do contrário continuaremos numa declividade lenta, com tendencia a estacionária ou com melhorias puntuais e leves em alguns itens, fenômeno que já se prolonga há decenios e que nos levará a medio prazo...à fatalidade do retrocesso. 

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Os socorros e a extrema urgência  escrito em terça 19 janeiro 2010 16:26

 

 

René Préval - Presidente do Haiti em ruína e, também ele, um dos milhões de sem teto.

 

 

A vida é e sempre foi um drama. O de agora em Haiti ultrapassa em horror, de muito, o que se sabe ser uma grande catástrofe. Este é o motivo porque o mundo inteiro se levantou sem demora para acudir. Mas, e aí, aumentou o horror: a amplidão e a rapidez do socorro foi um dos motivos do agravamento da tragédia.

 

Quando os aviões chegavam não podiam aterrissar ou, após a aterrissagem os socorros não conseguiam chegar até os milhões de vítimas por falta de caminho e segurança num país em ruína. E mesmo com a competente ajuda dos importantes contingentes militares brasileiros - também vitimados pelo terremoto - e embora implantados há vários anos no Haiti, continuam morrendo hoje milhares de feridos não atendidos ou tarde demais.

 

Ficou evidente que se não há uma logística central ou, minimamente, projetos de logísticas que prevejam os diversos tipos de catástrofes no futuro, os socorros serão cada vez menos rápidos e eficientes num mundo que, em termos de habitantes, cresce de forma abissal com cada vez mais produções e equipamentos tecnológicos por milhares de toneladas e conseqüentes refugos, alguns não-recicláveis entre outras, en passant - Deus nos livre - os milhares de bombas atômicas estocadas.

 

O planeta é um só e sua capacidade de admitir, acolher, suportar e agüentar é uma só e limitada. Todos sabemos que há tempo o planeta pede socorros urgentes

 

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A todas minhas amigas e todos meus amigos  escrito em quinta 14 janeiro 2010 15:53

                          Não se assuste com a minha cara. Eu adoro rir.

 

 

Decidi colorir cada parágrafo para tornar o texto mais agradável (pelo menos visualmente)...!!!

 

Para começar, peço desculpas a todas e todos que, ao longo dos últimos quase três anos, me manifestaram amizade, muitas vezes tão gentilmente que fui criando um verdadeiro sentimento de culpa por não ter sido capaz de corresponder a tanto carinho. Não respondi por não estar habituado a essa troca de mensagens que hoje em dia se pratica muito entre amigos, geralmente jovens e muitos jovens. É questão de moda e ainda não aprendi a conviver com essa maneira moderna,  e muitas vezes nada mais do que lúdica,  de comunicar-se.

 

Cheguei até a abandonar há mais de meses o habito de tornar mais agradáveis meus artigos, acompanhando-os da música, que é e sempre foi minha paixão. E isso porque a apresentação das músicas que pela prática de uma vida inteira à procura do bom, do belo e do verdadeiro, me obrigava a oferecer em cada um dos meus artigos – neste Spaceblog de Georges Henry -  uma música ou uma seqüência de composições que realmente correspondessem a essas três exigências que, há anos esforço-me em atender por não ser nada mais do que a mais lógica garantia de excelência na qualidade.

 

As novas limitações às quais, nós blogers, temos que obedecer e submetermos, tornam difícil continuar o tipo de programação musical clássica e popular que eu gostava de apresentar acompanhados dos mais diversos comentários desde maio de 2007. Apresso-me a dizer que a nova regulamentação no Spaceblog parece feita para defender o tão importante direito autoral. E, se for isto o motivo dessa só posso concordar.Tanto mais que, compositor que fui, sempre respeitei e me beneficiei desses justíssimos benesses.Quando vinham...rs rs rs!

 

        Mas não podia nem abandonar tantas amigas e amigos, nem privar-me do prazer e até do que considero minha obrigação de dar minha opinião sobre tantos aspectos da vida atual, a que parece-me cada vez mais oportuno ajudar a compreender,  a partir desta excepcional sorte que tenho de poder expressar-me do alto dos meus mais de 90 anos vividos na Europa e na América, na música, nas artes e nas atividades da comunicação. Comunicação que hoje é telecomunicações. Resolvi, portanto, com a maior humildade possível, comunicar-me com minhas queridas amigas e amigos pela imagem, pelo texto, quando for possível pela música, mas sempre com o coração. 

 

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FELIZ NATAL (24 de dezembro 2009)  escrito em quinta 24 dezembro 2009 13:23


      Hospede inúmeras fotos no slide.com GRÁTIS! 


 Famoso vitral moderno do grande

Marc Chagall ( 1887-1985 )

 

 

 

Nesta véspera de Natal, que é dia de tradição, dealegria, de união e de amor na famíliacom os amigos, junto com esta bela imagem, a belaOração que ofereço às minhas queridas equeridos amigose que me acompanhou ao longo de toda minha vida. Espero do mais profundo do meu coração que ela acompanhe a todas e todos e que lhes assegure a mesma Proteção que recebi e continuo recebendo a cada dia, ainda hoje

 


Oração a Nosso Senhora do Sagrado Coração: 

 

 

“Lembre-se ó Nossa Senhora do Sagrado Coração do Poder Inefável que seu Divino Filho lhe deu sobre seu Adorável Coração. Cheios de confiança em seus méritos, vimos implorar a sua proteção. Ó Celeste Tesoureira do Coração de Jesus, desse Coração que é a fonte inesgotável de todas as graças e que Vós podeis abrir para derramar sobre os homens todos os tesouros de Amor e de Misericórdia, de Luz e de Salvação que encerra, conceda-nos as graças que solicitamos (aqui, enunciamos a ou as nossas solicitações). Não, não podemos não sermos ouvidos e, sendo a Senhora como é, nossa Mãe, ó Nossa Senhora do Sagrado Coração, acolha favoravelmente nossas orações e queira atendê-las. Assim seja!”.

 

Devo lhes dizer que a tradução é da minha modesta lavra e que tentei torná-la a mais próxima possível do texto  francês, este  que minha queridíssima avó -  que era santa e algo mais que alfabetizada - me ensinou. Espero não ser atrevido ou indiscreto se, ao oferecer este, ao mesmo tempo,  modesto e valiosíssimo Presente de Natal a todas minhas amigas e todos meus amigos, lhes peço, por favor, que, quando chagarem a lembrar  - e como se fizéssemos parte de sua família -  nos incluam a nós,  minha avó, eu e os meus, nesta bela oração tão eficaz por ser cheia de Amor Filial e Fé inquebrantável.

 

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Novamente Bola de Nieve.  escrito em quarta 18 novembro 2009 16:14


 

 

 

Hospede inúmeras fotos no slide.com GRÁTIS!

 Ignacio Villa (1911-1971)

Nome artístico:i Bola de Nieve

 

No programa “Ay Amor” cantado por Caetano e que recoloquei ontem para que voasse  nas assas da internet, neste meu Blog,  eu dei às minhas amigas e amigos duas informações erradas. Para que lhes fosse possível ouvir novamente a voz do seu compositor Bola de Nieve, falei da pagina 7 do Blog de Georges Henry e do vigésimo sexto programa. Tudo errado! Para que a belíssima canção “Drume negrita” não fique perdida no limbo mas para que, ao contrario, possa ser ouvida novamente, após o “Ay Amor” cantada pelo Caetano,  eis, cantado pelo próprio compositor de “Ay Amor” Bola de Nieve esta  canção cubana de Francisco Céspedes, outro compositor dos tempo pre-Fidel Castro em que os cantores compositores não tinham ciúmes dos outros seus irmãos compositores e cantavam suas cançoes, que eram de todos.

 

Ouçam – quem não ouviu o ano passado – a voz do Bola de Nieve e o piano com o que ele se acompanhava, ele mesmo, ótimo pianista que era, também. 

 

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